O piolhinho-verdoso agora e reconhecido como uma espécie separada, sendo endêmico da Mata Atlântica. Distribuição desde Minas Gerais até no Rio grande do Sul. Vive nas bordas de matas úmidas até 1000 metros de altitude, no estrato médio e alto. Simpátrico ao piolhinho-chiador (Tyranniscus burmeisteri), difere deste pelas asas mais marcadas por faixas amareladas e pela linha supraciliar mais extensa. Diferencia-se, também, de outras espécies do gênero Phyllomyias pelo píleo esverdeado e pelo grande porte. A alimentação não é bem conhecida mas parecem alimentar-se de artrópodes.